Cidades Educadoras: princípios para uma educação de qualidade

Em 1990, um grupo de cidades pactuou um conjunto de princípios voltados para o desenvolvimento e educação de seus habitantes, durante o I Congresso Internacional de Cidades Educadoras. Desde então, o conceito ganhou força, deu início à Associação Internacional de Cidades Educadoras e já conta com 493 cidades associadas em 37 países ao redor do mundo.

 

Aqui no Brasil, 14 municípios são considerados Cidades Educadoras: Belo Horizonte (MG), Caxias do Sul, Santiago e Porto Alegre (RS), Guarulhos, Mauá, Santos, São Carlos, Santo André, São Bernardo do Campo, São Paulo e Sorocaba (SP), Horizonte (CE) e Vitória (ES). Isso significa que suas políticas públicas atendem aos princípios descritos na Carta das Cidades Educadoras, que buscam o desenvolvimento econômico e sustentável, em conjunto com a justiça social, e estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

 

Ao se associar, a cidade se compromete a promover, educação que favoreça a diversidade e a cooperação, estimular as competências dos estudantes visando à qualidade de vida e à justiça social, estimular a inovação, oferecer equipamentos e serviços para o desenvolvimento social, moral e cultural de seus habitantes, garantir aos cidadãos o direito de participar da formulação de iniciativas educativas, entre outros.

 

Para conhecer todos os 20 princípios da Carta das Cidades Educadoras, leia o texto na íntegra em português. E para conferir a lista completa de cidades, visite o site da Associação Internacional de Cidades Educadoras .

 

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