DESIGN FOR CHANGE: O PROTAGONISMO DO ALUNO

O movimento foi criado pela indiana Kiran Bir Sethi, após seu filho de seis anos lhe dizer que havia sido repreendido por desenhar de maneira diferente da proposta. Kiran percebeu que era necessário mudar. O que a incomodou foi a frase da professora ao filho – “Você não tem escolha”. Kiran discordava.

Preparar os jovens para futuros incertos, em um mundo onde as mudanças acontecem em ritmo acelerado, é a proposta do Design for Change, movimento global que oferece às crianças e adolescentes a oportunidade de serem mais atuantes na transformação de sua própria realidade.

O movimento foi criado pela indiana Kiran Bir Sethi, após seu filho de seis anos lhe dizer que havia sido repreendido por desenhar de maneira diferente da proposta. Kiran percebeu que era necessário mudar. O que a incomodou foi a frase da professora ao filho – “Você não tem escolha”. Kiran discordava.

A metodologia empregada pelo Design for Change estimula o potencial criativo das crianças, de modo a permitir que elas utilizem a imaginação e o design como ferramentas para solucionar desafios do cotidiano. Isso tudo baseado nos preceitos de Sentir; Imaginar; Fazer; Compartilhar. A partir deles, a criança é convidada a sentir algo que a incomoda, a imaginar com os seus colegas possíveis soluções utilizando pesquisas e entrevistas, fazer com que a solução escolhida entre em prática e, por fim, compartilhar esse percurso para inspirar outras pessoas.

A ideia do Design for Change se espalhou por 35 países do mundo. Entre eles, o Brasil, a partir da iniciativa de Carolina Pasquali em parceria com o Instituto Alana. Aqui, o movimento foi batizado de Criativos da Escola. “O que buscamos é fazer com que as crianças e os adolescentes coloquem a mão na massa, seguindo o percurso do protagonismo. O melhor? Isso já está acontecendo em mais de 400 escolas espalhadas pelo país”, conta Carolina.

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