Digital x humano: impactos da tecnologia na sociedade e na educação

Mais de cinco bilhões de pessoas possuem pelo menos um smartphone atualmente. Com tamanho reduzido e interface simples e intuitiva, o aparelho é usado por crianças, jovens e adultos para os mais diversos fins: das compras ao entretenimento, da comunicação ao lazer. Você sabia que a capacidade computacional de um smartphone, nos dias de hoje, é significativamente maior do que a que foi necessária para levar a Apollo 11 à Lua?

Segundo a Lei de Moore, a cada ano, a capacidade de processamento de informação dos computadores dobra, com preços cada vez menores. Caso essa proporção se mantenha, a previsão é que, em 2023, um computador no valor de U$ 1.000 atinja a capacidade de um cérebro humano e, em 2050, um único computador do mesmo valor tenha a capacidade computacional igual à de todos os cérebros dos seres humanos do planeta. “Quais são as consequências desse poder computacional distribuído nas mãos de todos nós? Como isso muda a maneira como pensamos o futuro e a educação?”, questiona o antropólogo e gerente de negócios da Echos, Francisco Araújo.

Entre os desdobramentos dessas mudanças, o aumento da expectativa de vida em todo o mundo, liderada pelos avanços na medicina e nas ciências, ou a queda da mortalidade maternoinfantil configuram avanços inquestionáveis para a humanidade. No entanto um dos principais desafios é manter o foco das inovações no ser humano e no usuário final, para que a tecnologia não provoque a exclusão.  “Não há outra maneira de pensar a inovação sem colocar o ser humano no centro desse processo. O desafio é pensar como fazemos inovação para alguém, por que e para que inovamos”, salienta Francisco.

O antropólogo comenta os impactos da tecnologia na nossa mentalidade e a forma de organização e, principalmente, como eles influenciam os modelos de educação. Confira na entrevista a seguir:

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