Duas histórias de empreendedorismo que vão inspirar você e seus alunos

Todo empreendedor se depara diariamente com desafios que podem parecer instransponíveis. Muitas vezes são esses desafios que estimulam a criação de algo maior.

Cristina Boner, Globalweb – Ela conquistou uma território dominado pelos homens

Todo empreendedor se depara diariamente com desafios que podem parecer instransponíveis. Muitas vezes são esses desafios que estimulam a criação de algo maior.

Foi o que aconteceu com Cristina Boner quando foi contratada para trabalhar na área comercial de uma empresa de tecnologia.

Com pouca experiência em vendas e tendo que atuar em um ambiente composto praticamente por homens, ela teve como primeira demanda uma reunião com um dos clientes mais complicados da empresa.

Percebendo que a reunião não teria um bom desfecho, ela mudou a abordagem, conquistando a atenção do cliente e virando o jogo. Depois de alguns meses, ela não só vendeu 20 licenças de software, mas 500 computadores naquele ano.

Foi com essa experiência que ela descobriu o seu talento comercial, saiu da empresa e deciciu abrir o próprio negócio, tornando-se a primeira representante da Microsoft no Brasil.

Atualmente é Presidente do Conselho da Globalweb, tendo 46% do seu quadro de funcionários formado por mulheres. Além disso, possui outros negócios e fundou a AME (Associação de Mulheres Empreendedoras) para promover o empoderamento feminino.

Eloi D’Avila, Flytour – Do nada até quatro milhões por ano

Essa é uma das histórias que mais parecem filme, mas que felizmente é realidade.

O gaúcho Eloi D’Avila fugiu da casa em que morava em Porto Alegre aos oito anos de idade, para tentar a sorte em São Paulo.

Para sobreviver, teve que fazer de tudo um pouco, vendendo jornais, engraxando sapatos e lavando carros. Em um dia de trabalho na Praça da Sé, ele conheceu o Seu Manuel, um aposentado que ofereceu trabalho em sua casa. Eloi aceitou e ficou ali até completar 11 anos.

Aos 12 anos, resolveu se aventurar no Rio de Janeiro, onde conheceu um guia turístico que lhe apresentou a vovó Stella. Ela ofereceu a ele moradia e acesso aos estudos.

Aos 17 anos teve a oportunidade de trabalhar como office boy e encontrou no turismo o seu caminho. Ele achava que as agências não sabiam vender e que uma evolução era possível. Acreditar nisso foi fundamental para que ele se tornasse o dono de uma empresa que fatura cerca de 4 milhões por ano.

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