Por que inserir educação empreendedora nas escolas - exemplo dos EUA

A educação empreendedora beneficia estudantes de todas as camadas sociais  porque incentiva a pensar de forma criativa para resolver vários tipos de problema. A reflexão sobre o papel do empreendedorismo nas escolas nem sempre acontece, mas algumas nações já começam a perceber a importância disso para a própria economia.

 

Nos Estados Unidos, em 2009, 19 estados incluíam matérias de empreendedorismo no ensino básico. Em 2015, esse número subiu para 42, de 50 estados no total. Em 18, cursos de empreendedorismo são obrigatórios. Mesmo assim, muitas instituições norte-americanas (e no resto do mundo) só começaram a perceber agora que o empreendedorismo não consiste apenas na capacidade de abrir uma empresa, mas de pensar com criatividade e em colaboração.

 

O ganhador do prêmio Pulitzer, Thomas Friedman, começou a escrever sobre o tema para diversos veículos porque percebeu que os empregos que sua geração almejava já não existem da mesma forma. Por isso, dedica-se a preparar estudantes para saírem da escola prontos para inovar e inventar suas próprias carreiras. Friedman dá o exemplo dos imigrantes. 18% dos negócios nos EUA foram criados por pessoas vindas de outros países. Isso significa uma renda de 775 bilhões de dólares. Por isso, ele aconselha novos empreendedores: pensem como imigrantes, pois eles são otimistas paranóicos”. Se continuar assim, o método de ensino tradicional, baseado em giz e lousa, está prestes a ser transformado.

 

Veja nesse material exemplos de como a educação empreendedora avançou nos últimos anos nos Estados Unidos.

leia também

Educação maker: construção de comunidade e da mentalidade ‘façamos-nós-mesmos’
continuar lendo
Open Badges: como validar conhecimentos e habilidades adquiridos fora de escolas e universidades
continuar lendo
5 dicas para novos professores
continuar lendo
newsletter
x
área restrita
Usuário
senha