Programação para meninas:  tecnologia para transformar a realidade

Considerando as estatísticas das últimas décadas, a participação feminina nas carreiras de tecnologia vem caindo ano a ano: em 1995, 35% dos profissionais de Ciências da Computação eram mulheres. Atualmente, são 24% e, se nada for feito a respeito, em 2027 serão apenas 22%. Os dados são da Girls Who Code (Meninas que Programam, em tradução livre), organização sem fins lucrativos que, desde 2012, encoraja a participação de mulheres na computação.

 

O objetivo da Girls who Code é reverter o quadro e garantir equidade de gênero na computação até 2027. Para isso, a organização oferece aulas regulares e programas de imersão de 2 ou 7 semanas. As alunas também têm a possibilidade de participar de  comunidades que auxiliam na continuidade dos estudos, entrada na universidade e no mercado de trabalho. A iniciativa teve início com 20 garotas em Nova York e atualmente já beneficiou cerca de 90 mil meninas norte americanas. A pessoa por trás da ideia da Girls who Code é Reshma Saujani que, além de CEO, é ativista, advogada, escritora e política americana.

 

O domínio das linguagens de programação se mostra uma competência cada vez mais necessária para os jovens dos dias de hoje. Saber ‘codar’ dá autonomia para resolução de problemas e expande as possibilidades de uso da criatividade. Quando o ensino de programação é focado nas meninas, o potencial é ainda maior. O conhecimento pode ser usado como arma para combater o preconceito com a presença de mulheres na tecnologia e no próprio mundo do empreendedorismo.

 

E você, o que pode fazer para incentivar a participação de meninas e mulheres na programação? Conte pra gente em nossas redes sociais.

 

Para saber mais sobre as vantagens do ensino de programação para os jovens, confira a entrevista exclusiva que fizemos com Fernando Americano, da Le Wagon Brasil. Não deixe de ler também nosso E-book sobre Mulheres no Empreendedorismo.

 

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