7 maneiras de estimular a autonomia na educação

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Momentos de interação entre o professor e o aluno e entre o aluno e seus colegas são essenciais durante as aulas, mas também é importante ensinar aos jovens a ter autonomia para que possam trabalhar sozinhos. O momento pode ser valioso com vistas a desenvolver a concentração, a gestão do tempo e a criatividade, a fim de buscar respostas de maneira alternativa.
Além disso, trabalhar a Autonomia na Educação contribui para que o estudante se torne mais autodidata e aprenda a aprender, criando ele próprio os caminhos de aprendizagem que mais se aproximem de sua personalidade e de seus interesses. Neste post, vamos apresentar 7 formas simples de começar a estimular a Autonomia na Educação desde já.

Como estimular a Autonomia na Educação

1 – Comunique sua expectativa

Uma das maneiras de trabalhar mais a Autonomia na Educação é ser claro sobre o que se espera do estudante. Esse é o primeiro passo para ajudá-lo a se organizar sozinho. Por isso, antes do início da atividade, separe alguns minutos para um briefing completo: fale sobre a meta da atividade, quais pontos devem ser executados, qual o prazo e o tempo limite, se houver. Assim, os estudantes vão se sentir mais seguros ao partir para a atividade solo.

2 – Regras claras

Com o intuito de que o trabalho sozinho funcione bem, é preciso que o jovem saiba, de antemão, as regras do jogo. Uma boa ideia é construí-las junto com a turma: o momento pode ajudar a conscientizá-los sobre a importância do silêncio, da disciplina e da concentração por um período de tempo maior. Converse sobre os efeitos do barulho no desenvolvimento de uma linha de raciocínio, discuta sobre formas de encontrar uma resposta sem antes pedir ajuda e crie regras para interrupções.

3 – Dê ferramentas

Uma das chaves para ter mais Autonomia na Educação é permitir que os estudantes conheçam as possibilidades com as quais podem trabalhar. Por isso, selecione quais ferramentas poderão ser usadas durante a atividade, a fim de que o jovem consiga se organizar da melhor forma para solucionar, sozinho, os desafios propostos.
Nesse momento, a criatividade pode rolar solta: é recomendável que os estudantes em livros, façam pesquisas na internet, saiam de sala de aula e busquem a resposta com colegas mais velhos ou com funcionários da escola. Tudo vai depender da idade desses estudantes e do objetivo da atividade.

4 – Deixe que os alunos escolham

Autonomia na Educação e liberdade de escolha andam lado a lado. Uma forma de ajudar os estudantes a se engajarem é dar a eles a possibilidade de poder eleger os caminhos e os métodos de sua preferência. Defina o tipo de atividade que você espera e peça a eles que escolham, por exemplo, o tema de sua preferência ou o formato de entrega ou ainda as ferramentas de suporte com as quais se sentem mais à vontade para trabalhar.

5 – Esteja disponível

Mesmo quando se espera que o estudante trabalhe de forma autônoma, é importante que eles saibam que não estão sozinhos. Explique que você estará disponível e em quais situações pode ou deve ser requisitado. Enquanto todos trabalham, aproveite para ter momentos com cada um deles, checando se estão com dúvidas ou dificuldades.

6 – Respeite o ritmo de cada um

Atividades a sós não devem ser pretexto para criar uma pequena competição entre os estudantes. Ou seja, de quem termina primeiro uma atividade ou consegue o melhor resultado. Nesses momentos, é fundamental estabelecer um prazo maior do que o tempo médio necessário para cumprir a tarefa e oferecer alternativas a quem finalizar primeiro. Assim, todos podem trabalhar no seu tempo, sem pressão.

7 – Observe

Aproveite o momento de atividades autônomas com a intenção de observar atentamente os alunos. Perceba quem fica mais inquieto, quem se sente inseguro, quem tem mais facilidade para finalizar as tarefas. Essa é uma boa oportunidade com o objetivo de olhar com mais cuidado para cada um deles. Pensar em formas de estimular seus pontos fortes ou ajudá-los em suas dificuldades.

Modelos híbridos: mais dinamismo e Autonomia na Educação

O Ensino Híbrido é uma excelente forma de trabalhar mais a Autonomia na Educação. Em seus modelos, é comum que os estudantes tenham momentos de aprendizagem a sós, em duplas ou em grupo, sem a tutoria direta do professor.
Isso contribui para que eles conheçam melhor o próprio ritmo de trabalho. Além disso se dedicam à atividade da forma como preferem e também ajudem os colegas durante as dinâmicas, aprendendo enquanto ensinam.
Na metodologia da Sala de Aula Invertida, por exemplo, os estudantes têm o primeiro contato com o conteúdo de forma autônoma e individual. Depois o tema é discutido em grupo com a mediação do professor. Já no modelo de Rotação por Estações de Aprendizagem, os jovens trabalham sozinhos ou em pequenos grupos por diversas estações temáticas, construindo o conhecimento com base em diferentes estímulos.
Conheça mais do Ensino Híbrido neste Observatório sobre o tema e descubra novas formas de estimular a Autonomia na Educação.
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