Alfabetização no ensino remoto combina WhatsApp e material impresso, aponta pesquisa

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Professores da rede básica de ensino foram entrevistados para identificar os problemas que enfrentam quanto à alfabetização de alunos durante as aulas on-line. A pesquisa comprovou que, em razão da falta de recursos, o processo de aprendizagem fica defasado.
De acordo com o estudo, apenas 15% dos professores de alfabetização usam plataformas de ensino como o Google Meet: “De 25 alunos, consegui acionar 13 por WhatsApp. Quando utilizei o Google Meet, apenas quatro apareceram”, explica a professora Sandra Oliveira.
Em razão desse e de outros problemas, os educadores precisam ser criativos buscando minimizar as dificuldades no ensino durante a pandemia da Covid-19. Conforme pesquisas, 71,58% dos professores utilizaram o aplicativo de mensagens via WhatsApp, para a troca de informações entre pais e alunos, ao passo que 55,89% enviaram material didático pela ferramenta. E ainda 57% dos entrevistados relataram problemas para que os alunos fizessem as atividades em casa:
“No ensino remoto, eu não estou lá para pegar na mão do aluno, ou atendê-lo de forma profissional, individual e in loco. Essa tarefa coube às famílias, que não são obrigadas a saber de tudo”, ressalta a professora Rossi de Ribeirão Preto.
Uma professora do Rio Grande do Sul, que não quis se identificar, conclui que o desafio está na dispersão e no déficit de compartilhamento: “O desafio é a distância, a falta de sistematização, de intervenção, de mediação, a ausência do toque, o esvaziamento do trabalho coletivo e com os pares”.
Para conhecer a pesquisa completa, acesse aqui.
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