Tipos de Metodologias Ativas e como colocá-las em prática

Blog Tipos de Metodologias Ativas e como colocá-las em prática

01/12/2021
Como colocar em prática 4 tipos de Metodologias Ativas
Os diversos tipos de Metodologias Ativas existentes são fundamentais para que as instituições possam aplicá-las dentro da realidade de cada escola. Mas, para que os métodos e as atividades de desenvolvimento das competências sejam atingidos, é preciso compreender como as metodologias podem ser aplicadas.
Os professores e os gestores educacionais são os principais responsáveis pela implantação desses métodos, sem esquecer o foco principal: fazer com que o estudante tenha participação ativa nas ações.
Diante disso, é importante conhecer quais são essas metodologias e também entender como elas podem ser aplicadas.

Quais as diferenças entre as Metodologias Ativas e tradicionais?

A existência de variados modelos ativos de ensino se dá pelo fato de que uma das premissas do método é a compreensão da diversidade e das múltiplas formas de aprender. Diante dessa afirmação, é evidente que, dentre as principais diferenças entre os dois modelos de ensino, encontra-se a colocação do aluno como o centro do próprio aprendizado.
As formas tradicionais de ensino têm o professor como essa figura central, não dando a importância necessária ao perfil de cada estudante e também a como eles poderiam aprender de forma alternativa.
Hoje em dia, as crianças já nascem inseridas em um mundo digital, no qual a comunicação ocorre de forma instantânea. Diante de um modo novo, moderno e tecnológico. O estudante quer e precisa ter o controle das suas ações e do seu aprendizado, pois assim ele conseguirá desenvolver habilidades e competências que o deixarão pronto para a vida profissional e pessoal.

Conheça os principais tipos de Metodologias Ativas e como aplicá-las

O primeiro passo para aplicar Metodologias Ativas é ter em mente a realidade da escola e quais são as reais adaptações que precisam ser feitas a fim de que os métodos ativos sejam inseridos. Dessa forma, a aplicação encontrará menos dificuldades, e o foco será na adaptação dos métodos à realidade escolar.
A segunda etapa é estudar e conhecer os projetos e os modelos de Aprendizagem Ativa que já estão sendo aplicados em sala de aula e trazendo bons resultados. Os tipos que serão apresentados a seguir servem de base tanto para aprimorar o conhecimento quanto para o surgimento de insights que podem ser transformados em ações.
  • Gamificação

A Gamificação é um dos tipos de Metodologias Ativas que mais apresentam resultados. Esse fato está ligado à sintonia que os jovens têm com os jogos, aumentando assim o engajamento no aprendizado.
Um exemplo desse método é criar uma dinâmica de desenvolvimento de jogos. O professor pode distribuir a turma em grupos, em que cada um terá de criar um jogo educativo. É possível trabalhar muitas disciplinas básicas, transformando-as em um game que incentive o conhecimento dos estudantes.
Caso a escola tenha possibilidade, o jogo que apresentar melhor engajamento pode ser desenvolvido por uma empresa especializada. Todo esse conjunto de ações desenvolve o senso crítico, o trabalho em grupo e também a busca ativa por conhecimento.
 
  • Sala de Aula Invertida

A ideia trabalha a inversão da lógica tradicional das aulas. Diante disso, os estudantes terão contato com o conteúdo que será aprendido em sala antes de o professor dar a aula específica. Eles terão de fazer pesquisas, aprendendo a buscar fontes confiáveis disponíveis na internet.
Cabe ao professor fazer uma curadoria do conteúdo estudado, promovendo também dinâmicas em sala para debater o que foi aprendido. Nesse caso, o uso da tecnologia e dos canais de comunicação serão os principais aliados do professor, uma vez que ele tem condição de criar um ambiente digital para direcionar os estudantes, ver as principais dúvidas e ainda acrescentar alguns conteúdos para estudo.
Depois de todo o processo, os estudantes ficarão aptos a buscar conhecimentos, desenvolvendo também o senso de diversidade, porque a sala de aula será o espaço para ouvir tudo o que foi aprendido em casa.
  • Aprendizagem entre Pares

Metodologia desenvolvida, em 1990, na Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Ela tem o objetivo de fazer com que os estudantes resolvam desafios, respondam a perguntas ou criem projetos em duplas.
A base do método é possibilitar que o estudante entenda o poder do trabalho em conjunto, melhorando assim as habilidades interpessoais e a personalização do ensino. O professor deve distribuir a turma em pares e então criar um exercício ou um projeto que possa ser desenvolvido pelas duplas formadas.
Por mais que os estudantes tenham a missão de aprender e buscar respostas por conta própria, o professor deve monitorar isso, com o intuito de garantir que todos estejam participando da dinâmica. Por fim, é importante que o educador proponha uma apresentação dos trabalhos, sendo mais uma atividade para que eles tenham condições de se organizarem e ainda absorverem melhor o conhecimento obtido.
  • Cultura Maker

 
Este tipo de Metodologia Ativa trabalha de maneira direta o protagonismo do estudante. Ela tem base no conceito “Do it yourself”, no qual a turma vai criar ou consertar objetos com as próprias mãos.
Todo o processo trará grande interação entre os professores e os estudantes. O educador passa a ser um tutor, instigando a busca por conhecimento e analisando cada passo que os estudantes estão dando no projeto.
Ela pode ser aplicada valendo-se de um problema levantado pela turma com o auxílio do professor. A partir disso, os estudantes devem buscar caminhos para que um objeto seja criado, visando à resolução do problema proposto.
É possível explorar muitos caminhos, como a criação de produtos ecológicos, de marcenaria e até prototipagem. Os estudantes desenvolvem competências essenciais para o mercado de trabalho, além de assumirem o controle do próprio aprendizado.

CER Histórias: veja exemplos práticos de instituições que aplicam métodos ativos

O CER Histórias é uma plataforma que apresenta cases de instituições que começaram a investir na Educação Empreendedora e também na aplicação das Metodologias Ativas. É possível entender melhor como cada realidade escolar fez as adaptações, mostrando a viabilidade de aplicar os métodos, mesmo com poucos recursos.
Temos como exemplo o case de sucesso aplicado na Escola Municipal de Ensino Fundamental 25 de Julho. O projeto foi voltado à criação de artesanato sustentável e realizado durante a participação da instituição no programa “Jovens Empreendedores Primeiros Passos”.
Nesse evento, os estudantes tiveram a oportunidade de criar outros objetos, pensando em sustentabilidade. Tudo isso propiciou que eles abrissem a mente para as questões ambientais, bem como ampliou a visão empreendedora da turma, uma vez que eles puderam vender os produtos artesanais feitos para ajudar a comunidade.
Além disso, também existe um espaço para que os professores mandem suas histórias de sucesso, disseminando ainda mais a importância do protagonismo do estudante nos processos de aprendizagem.
 
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VERSAO ANTIGA
O assunto está aprovado e lógica também mas é preciso rever repetição de falas, conceito , linguagem coloquial.
Falta exemplos:

Como colocar em prática 4 tipos de Metodologias Ativas

Os diversos tipos de Metodologias Ativas existentes são fundamentais para que as instituições possam aplicá-las dentro da realidade de cada escola( não ficou claro o que quer dizer inserida) . Mas, para que os métodos e as atividades de desenvolvimento das competências sejam atingidos, é preciso compreender como as metodologias podem ser aplicadas.
Os professores e os gestores educacionais são os principais responsáveis pela implantação desses métodos, sem esquecer o foco principal: fazer com que o estudante tenha participação ativa nas ações.
Diante disso, é importante conhecer quais são essas metodologias e também entender como elas podem ser aplicadas.

Quais as diferenças entre as Metodologias Ativas e tradicionais?

A existência de variados modelos ativos de ensino se dá pelo fato de que uma das premissas do método seja a compreensão da diversidade e das múltiplas formas de aprender. Diante dessa afirmação, já é evidente que uma das principais diferenças entre os dois modelos de ensino é a colocação do aluno como o centro do próprio aprendizado.
As formas tradicionais de ensino têm o professor como centro do aprendizado, não dando a importância necessária para o perfil de cada estudante e também em como eles poderiam aprender de formas alternativas.(isso ainda continua ..não mudou é preciso falar sobre a necessidade de conexão com uma nova realidade )
Hoje em dia, as crianças já nascem inseridas em um mundo digital, no qual a comunicação ocorre de forma instantânea. Diante de um modo novo, moderno e tecnológico. O estudante quer e precisa ter o controle das suas ações e do seu aprendizado, pois assim ele conseguirá desenvolver habilidades e competências que o deixarão pronto para a vida profissional e pessoal.
Conheça os principais tipos de Metodologias Ativas e como aplicá-las
O primeiro passo para aplicar Metodologias Ativas é ter em mente a realidade da escola e quais são as reais adaptações que precisam ser feitas para que os métodos ativos sejam inseridos. Dessa forma, a aplicação encontrará menos dificuldades, e o foco será na adaptação dos métodos à realidade escolar.
A segunda etapa é estudar e conhecer os projetos e os modelos de Aprendizagem Ativa que já estão sendo aplicados em sala de aula e trazendo bons resultados. Os tipos que serão apresentados a seguir servem de base tanto para aprimorar o conhecimento quanto para o surgimento de insights que podem ser transformados em ações.
  • Gamificação

A Gamificação é um dos tipos de Metodologias Ativas que mais apresentam resultados. Esse fato está ligado à sintonia que os jovens têm com os jogos, aumentando assim o engajamento no aprendizado.
Um exemplo desse método é criar uma dinâmica de desenvolvimento de jogos. O professor pode distribuir a turma em grupos, em que cada um terá de criar um jogo educativo. É possível trabalhar muitas disciplinas básicas, transformando-as em um game que incentive o conhecimento dos estudantes.
Caso a escola tenha possibilidade, o jogo que apresentar melhor engajamento pode ser desenvolvido por uma empresa especializada. Todo esse conjunto de ações desenvolve o senso crítico, o trabalho em grupo e também a busca ativa por conhecimento.
  • Sala de Aula Invertida

A ideia trabalha a inversão da lógica tradicional das aulas. Diante disso, os estudantes terão contato com o conteúdo que será aprendido em sala antes de o professor dar a aula específica. Eles terão de fazer pesquisas, aprendendo a buscar fontes confiáveis disponíveis na internet.
Cabe ao professor fazer uma curadoria do conteúdo estudado, promovendo também dinâmicas em sala para debater o que foi aprendido. Nesse caso, o uso da tecnologia e dos canais de comunicação será o principal aliado do professor, uma vez que ele tem condição de criar um ambiente digital para direcionar os estudantes, ver as principais dúvidas e ainda acrescentar alguns conteúdos para estudo.
Depois de todo o processo, os estudantes ficarão aptos a buscar conhecimentos, desenvolvendo também o senso de diversidade, porque a sala de aula será o espaço para ouvir tudo o que foi aprendido em casa.
  • Aprendizagem entre Pares

Metodologia desenvolvida, em 1990, na Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Ela tem o objetivo de fazer com que os estudantes resolvam desafios, respondam a perguntas ou criem projetos em duplas.
A base do método é possibilitar que o estudante entenda o poder do trabalho em conjunto, melhorando assim as habilidades interpessoais e a personalização do ensino. O professor deve distribuir a turma em pares e então criar um exercício ou um projeto que possa ser desenvolvido pelas duplas formadas.
Por mais que os estudantes tenham a missão de aprender e buscar respostas por conta própria, o professor deve monitorar isso, com o intuito de garantir que todos estejam participando da dinâmica. Por fim, é importante que o educador proponha uma apresentação dos trabalhos, sendo mais uma atividade para que eles tenham condições de se organizarem e ainda absorverem melhor o conhecimento obtido.
  • Cultura Maker

Este tipo de Metodologia Ativa trabalha de maneira direta o protagonismo do estudante. Ela tem base no conceito “Do it yourself”, no qual a turma vai criar ou consertar objetos com as próprias mãos.
Todo o processo trará grande interação entre os professores e os estudantes. O educador passa a ser um tutor, instigando a busca por conhecimento e analisando cada passo que os estudantes estão dando no projeto.
Ela pode ser aplicada valendo-se de um problema levantado pela turma com o auxílio do professor. A partir disso, os estudantes devem buscar caminhos para que um objeto seja criado, visando à resolução do problema proposto.
É possível explorar muitos caminhos, como a criação de produtos ecológicos, de marcenaria e até prototipagem. Os estudantes desenvolvem competências essenciais para o mercado de trabalho, além de assumirem o controle do próprio aprendizado.

CER Histórias: veja exemplos práticos de instituições que aplicam métodos ativos

O CER Histórias é uma plataforma que apresenta cases de instituições que começaram a investir na Educação Empreendedora e também na aplicação das Metodologias Ativas. É possível entender melhor como cada realidade escolar fez as adaptações, mostrando a viabilidade de aplicar os métodos, mesmo com poucos recursos.
Temos como exemplo o case de sucesso aplicado na escola Escola Municipal de Ensino Fundamental 25 de Julho. O projeto foi voltado para a criação de artesanatos sustentáveis e foi realizado durante a participação da instituição no Jovens Empreendedores Primeiros Passos.
Os estudantes tiveram a oportunidade de criar novos objetos, pensando na sustentabilidade. Tudo isso abriu a mente da turma para as questões ambientais e também ampliou a visão empreendedora da turma, pois eles puderam vender os artesanatos feitos para ajudar a comunidade.
Além disso, também existe um espaço para que os professores mandem suas histórias de sucesso, disseminando ainda mais a importância do protagonismo do estudante nos processos de aprendizagem.
Seria interessante ter exemplos podem retirar um caso do CER Histórias.

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